quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
As flores...
Sempre as amei. Representam a perfeição, a transmutação mais nobre, a beleza mais pura, poesia em forma de vida. E quanto a sua diversidade? São às vezes, exóticas, cheirosas, sinuosas, atrevidas, discretas, fruto de germinação que representa a união, o amor ! Natureza: equilíbrio, leveza. Seria a pedra sua antítese? A flor é delicadeza, a pedra, a força. A flor, a vida, a pedra, a morte. Será? Tantas pedras coloridas...Não sei. E, pelo que se sabe, no fim, é tudo uno.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Conversas sobre o tempo
Luis Fernando Verissimo e Zuenir Ventura, em suas "Conversas sobre o Tempo" ((Editora Agir, 254 p.)), mostram o quanto a vida, quando temperada pelo jornalismo, deixa memórias que entrelaçam emoções e conhecimentos bem enraizados.
O grupo dos 11, a Guerra da Argélia, a Batalha de Guararapes, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Karl Marx, Lênin, DeGaulle, Churchill , Ho Chi Mimh, Bush, Roberto da Matta, George Orwell, Chico Mendes, Dorothy Stang, Camus, Mark Twain, Machado de Assis, Nelson Rodrigues e Tristão de Athayde são alguns links que demonstram uma habilidade importante para todas as pessoas que se comunicam: ter referências.
Confesso que tive de refrescar a memória para alguns nomes próprios (como Helio Pelegrino), mas esse é o maior triunfo deste mamãozinho com açúcar: relembrar que de histórias vive o homem. Memória viva para desconstruir o passado, memória viva para reconstruir o futuro. Um estímulo para que todos sejam um tiquinho mais intelectuais (inclusive eu!). Leitura rápida e leve. Recomendo!
Os jornalistas, aqui mediados em suas conversas pelo também jornalista Arthur Dapieve, são personagens da história brasileira, mas a simplicidade marca a exposição de ideias, divididas em três frentes: Amizade e Família, Paixões, Política e Morte. Destaque para o capítulo em que os bem vividos contam sobre mudanças políticas. A partir daí, boas referências são acessadas. Vale a pena conhecer este antigo documentário sobre o Jango:
O grupo dos 11, a Guerra da Argélia, a Batalha de Guararapes, Renan Calheiros, Jader Barbalho, Karl Marx, Lênin, DeGaulle, Churchill , Ho Chi Mimh, Bush, Roberto da Matta, George Orwell, Chico Mendes, Dorothy Stang, Camus, Mark Twain, Machado de Assis, Nelson Rodrigues e Tristão de Athayde são alguns links que demonstram uma habilidade importante para todas as pessoas que se comunicam: ter referências.
Confesso que tive de refrescar a memória para alguns nomes próprios (como Helio Pelegrino), mas esse é o maior triunfo deste mamãozinho com açúcar: relembrar que de histórias vive o homem. Memória viva para desconstruir o passado, memória viva para reconstruir o futuro. Um estímulo para que todos sejam um tiquinho mais intelectuais (inclusive eu!). Leitura rápida e leve. Recomendo!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Personagem
Ela é brasileira, jovem, sonhadora. Passa horas do dia planejando, rabiscando mentalmente as possibilidades. Tantas, que se às vezes é difícil voltar à dureza dos concretos e barúlhos, é porque a concretude é dura, acinzentada.
Se formou em jornalismo, mas não enfrenta fácil a dura arte de mexer na factualidade. Por isso, ler ou escrever é tão prazeroso. É ação, mas move mais o pensar.
Veio da mãe a sede pelos livros, pelos filmes, pelas histórias da alma. Tudo ao redor diz: Conversas sobre o Tempo: Luis Fernando Veríssimo: "É. A vida está sempre levando a pedra lá em cima, e a pedra volta rolando" (Citando Camus).
Meia Noite em Paris. Refere os artistas como crianças, que expõem as verdades, que não se aprendem nas escolas, iluminam a essência, espelho do nada quando são letras num papel, no canto de uma sala. Tudo cresce no sonho desta brasileirinha mimada. Assim é formado o imaginário...
Pistas. Entre o sonho e a verdade. Entre o caminho e o fim. A pedra da verdade rola, não pára. Por isso a brasuquinha ansiosa e comilona, sempre volta a buscar a fagulha que explica, entre carne e osso, a magia desta louca vida, breve estrada.
Se formou em jornalismo, mas não enfrenta fácil a dura arte de mexer na factualidade. Por isso, ler ou escrever é tão prazeroso. É ação, mas move mais o pensar.
Veio da mãe a sede pelos livros, pelos filmes, pelas histórias da alma. Tudo ao redor diz: Conversas sobre o Tempo: Luis Fernando Veríssimo: "É. A vida está sempre levando a pedra lá em cima, e a pedra volta rolando" (Citando Camus).
Meia Noite em Paris. Refere os artistas como crianças, que expõem as verdades, que não se aprendem nas escolas, iluminam a essência, espelho do nada quando são letras num papel, no canto de uma sala. Tudo cresce no sonho desta brasileirinha mimada. Assim é formado o imaginário...
Pistas. Entre o sonho e a verdade. Entre o caminho e o fim. A pedra da verdade rola, não pára. Por isso a brasuquinha ansiosa e comilona, sempre volta a buscar a fagulha que explica, entre carne e osso, a magia desta louca vida, breve estrada.
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