escrevendo, eu não tenho que me ver contigo, pelo menos enquanto redijo, sou livre pra te dizer tudo, do jeito mais vagabundo, ou mais violento, mais cheio de nadas, de espaços, de vírgulas, travessões, pontos que não dizem em absoluto algo produtivo
produtividade é um conceito teu, meu e da natureza...Até as flores produzem frutos,
sem assim quiserem, se assim fizeram, por que mesmo assim sofro tanto? Por que e pra que mudar o que está posto se a quantia de inteligência infinentésima que disponho não diz nada além de fragmentos?
Por que acreditar em alguma coisa? em ti ou em meus pensamentos??
Não te quero mais, não te vejo mais, como um todo...És apenas sombras..Sombras e lamentos.
Saia mesmo, vá saindo com um aceno de chapéu, fingindo ser o juiz e não um réu, da tua própria personalidade.
Se um dia olhares o caminho percorrido e achares algo, são apenas os mesmos julgamentos...
Tomas escolhas e depois a mesma química as julga, e cadê a expansão? Um universo e eu só consigo acreditar em sonhos, desenhos, cores e imaginar...Pois o que há em ti, em mim e em muitos mais, não apetece.
Nem valores, nem sabores. É tudo passageiro. Passa tormenta, passa a vida e passa a morte, e não fica nada.
terça-feira, 31 de maio de 2011
sem nome
É óbvio tão óbvio
nesta seqüência de espantos
encantos e desencantos
meu pranto rolar como em um poema
sem nome ... sem palavra que o desonre
e simplesmente eu frito minhas batatas,
e sinto o cheiro que penetra em meus cabelos
e o chiado que desencadeia prazeres...tão simples
dizem prejudiciais, mas não preciso de vida sem prejuízos
sem o risco, não há o que quebre o vício destes dias
comuns...ressucitados pelo poema
obrigada a você,
que me tirou do sistema.
nesta seqüência de espantos
encantos e desencantos
meu pranto rolar como em um poema
sem nome ... sem palavra que o desonre
e simplesmente eu frito minhas batatas,
e sinto o cheiro que penetra em meus cabelos
e o chiado que desencadeia prazeres...tão simples
dizem prejudiciais, mas não preciso de vida sem prejuízos
sem o risco, não há o que quebre o vício destes dias
comuns...ressucitados pelo poema
obrigada a você,
que me tirou do sistema.
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